Pippi das Meias Altas
HISTÓRIAS
Pippi das Meias Altas
Lançado o desafio pelo cliente, a Alcateia transformou o átrio de um centro comercial num percurso imersivo dedicado a uma das personagens mais livres da literatura infantil, convertendo o átrio de um centro comercial num mundo por explorar. Oito zonas de experiência, cenografia própria e atividades que convidam a brincar, sujar as mãos e ficar.
Porque no mundo da Pippi, nada tem de ser como parece.
FICHA TÉCNICA
LOTAÇÃO
60 pessoas
DURAÇÃO
30min/sessão
ATIVIDADES
8
IDADE
Sem limite de Idade
MONITORES
2 de atividades / 1 de acesso
Os centros comerciais enfrentam um desafio permanente: atrair famílias para além da compra.
Os espaços infantis tradicionais já não surpreendem. Os pais procuram algo mais — experiências que entretenham, que fiquem na memória, que justifiquem voltar. Ativações com identidade própria, capazes de gerar footfall e aumentar o tempo de permanência
Como transformar um átrio de passagem num destino que as famílias procuram?
O Desafio
O desafio chegou com um nome: Pippi das Meias Altas.
Há mais de 80 anos, esta personagem ensina crianças a serem livres, corajosas e um bocadinho rebeldes — sem lição de moral, só com força e imaginação. Um clássico assim traz também um risco: como levá-lo para um espaço físico sem o reduzir a um cenário de cartão?
A resposta não podia ser “decorar”. Tinha de ser “viver”.
A Visão
Não se constrói um cenário sobre a Pippi.
Constrói-se o mundo onde ela vive.
Partindo do pedido do cliente, o processo da Alcateia foi simples de enunciar e difícil de executar: não se constrói um cenário sobre a Pippi — constrói-se o mundo onde ela vive.
Cada zona foi pensada para representar uma cena ou um valor dos livros — a força, a desarrumação, a criatividade, a curiosidade, a partilha — em vez de servir apenas de fundo fotográfico. Brincar é o ponto de partida, não a recompensa.
O mundo da Pippi não era o tema. Era o lugar.
A Solução
Não medimos o sucesso só em visitantes.
Medimo-lo nas filas para levantar o cavalo, nas mãos sujas de slime e nos livros que trocam de dono no cantinho de leitura. Ainda assim, há um número que ajuda a contar esta história: mais de 23.500 pessoas passaram pelo evento, confirmando que uma boa história ainda consegue fazer uma família parar a meio do dia.
O Impacto
Não medimos o sucesso em visitantes.
Medimo-lo nas filas para levantar o cavalo, nas mãos sujas de slime e nos livros que trocam de dono no cantinho de leitura. Ainda assim, há um número que ajuda a contar esta história: mais de 23.500 pessoas passaram pelo evento, confirmando que uma boa história ainda consegue fazer uma família parar a meio do dia.
Quer um universo literário assim no seu espaço?
Este é o tipo de formato em que a Alcateia trabalha: percursos imersivos com conceito, cenografia, narrativa e operação próprios, construídos à volta de um universo de histórias, para centros comerciais, câmaras municipais e espaços culturais que queiram transformar a leitura numa experiência que as famílias não esquecem.
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